justgottobehappy:

Os dias estão mais claros. Mesmo quando o tempo está fechado. A brisa passa mais leve mesmo quando se passa o mormaço. Os dias estão agradáveis mesmo sob o sol de quarenta graus. Nas músicas mais tristes ela encontrava frases lindas as quais se identificava mesmo sem o contexto parecer com o seu atual. Tudo estava lindo e perfeito a sua volta porque ela sempre estava pensando nele. Se lembrava do sorriso dele e ria junto. Ela o imaginava por completo e em detalhes com uma facilidade fora do normal. Ela lembrava dos momentos deles juntos e viajava no passado. Como o primeiro dia do ano quando ela enfrentou a sua timidez e foi o encontrar pela primeira vez, e quando o viu de longe sentiu uma sensação estranha no estômago que não teve dúvida de que eram as famosas borboletas de que tanto ouvira falar, e imediatamente sorriu ansiosa e nervosa. As tantas e tantas risadas que eles deram juntos, as brincadeiras, as conversas que pareciam bobas mas que criaram uma confiança, e com tempo vieram os segredos, os sonhos, os sentimentos, a exposição destes… e intimidade enfim. Ela suspirava, parecia como se conhecessem há realmente muito tempo. Ela se sentia a vontade com ele, amava ele, eles tinham uma intimidade, um sentimento e uma amizade… isso tudo era de tal intensidade que fazia parecer que estavam juntos há muito mais do que 1 mês. 1 mês de namoro. Ela fitava o céu estrelado sentindo a brisa fresca batendo no seu rosto e seu coração batendo calorosa e passivamente. A beleza da lua que contemplava o lembrava. Ela lembrava de ele mostrando a lua mais cedo para ela, enquanto ele a levava para casa. Os dias agora eram assim. Lindos e agradáveis. Outras pessoas diziam que os últimos dias estavam sendo insuportavelmente quentes. Ela sorria e dizia que estavam sendo absolutamente perfeitos. Ela o amava. Essa era sua maior certeza. Acima de tudo e de todos, estava ele. As pessoas a julgavam achando que ela estava se iludindo se apaixonando muito rápido demais, que era nova demais para saber o que era o amor de verdade. Como se realmente houvesse uma idade certa para amar ou velocidade para se apaixonar. Ela sabia que ele era a pessoa. Que dentre 6 bilhões de pessoas, só ele a olharia dentro da alma dela. Só ele teria aquele olhar. Nenhuma outra pessoa conseguiria ver dentro de seus olhos como ele fazia. Ela sabia que dentre a multidão seriam sempre aqueles olhos escuros especificamente que ela procuraria. Sabia que em toda sua vida, ela só se importaria em ver aquele sorriso. Ela sentia isso. Não tinha como explicar. Mas isso era claro para ela. Só nos braços dele ela seria perfeitamente envolvida. Só no peito dele ela encontraria seu ponto de paz. Era algo fora do comum. Algo pelo qual valia a pena lutar todos os dias para que se mantesse intacto e perfeito. Eles estavam em uma sintonia perceptível nas suas brincadeiras, seus pensamentos, suas falas, gestos e olhares. Ela só queria ele e ele só queria ela. Essa dupla se juntou para não mais separar. Eles iriam longe. Eles irão. O pai da sua filha, o seu futuro marido seria ele. Seria com ele que ela dividiria a sua vida. Ainda não podia fazer isso agora, mas ela já sonhava isso viajando naquele céu escuro. Se lembrando que o veria no dia seguinte, “acordou” e resolveu se deitar ansiosamente desejando que a hora de beija-lo no portão do seu colégio onde ele a teria esperado na saída como de costume, para eles saírem e passarem o dia rindo, brincando, juntinhos. Daquele jeito que só eles tinham de se curtir. De se amar. Ela não tinha certeza de que o dia seguinte seria o dia mais perfeito de todos, como ela queria conseguir fazer desse. Ela só tinha uma certeza com a qual foi se deitar. A certeza de que era com ele que ela passaria o resto da vida. Isso bastava.  
(justgottobehappy)

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Os dias estão mais claros. Mesmo quando o tempo está fechado. A brisa passa mais leve mesmo quando se passa o mormaço. Os dias estão agradáveis mesmo sob o sol de quarenta graus. Nas músicas mais tristes ela encontrava frases lindas as quais se identificava mesmo sem o contexto parecer com o seu atual. Tudo estava lindo e perfeito a sua volta porque ela sempre estava pensando nele. Se lembrava do sorriso dele e ria junto. Ela o imaginava por completo e em detalhes com uma facilidade fora do normal. Ela lembrava dos momentos deles juntos e viajava no passado. Como o primeiro dia do ano quando ela enfrentou a sua timidez e foi o encontrar pela primeira vez, e quando o viu de longe sentiu uma sensação estranha no estômago que não teve dúvida de que eram as famosas borboletas de que tanto ouvira falar, e imediatamente sorriu ansiosa e nervosa. As tantas e tantas risadas que eles deram juntos, as brincadeiras, as conversas que pareciam bobas mas que criaram uma confiança, e com tempo vieram os segredos, os sonhos, os sentimentos, a exposição destes… e intimidade enfim. Ela suspirava, parecia como se conhecessem há realmente muito tempo. Ela se sentia a vontade com ele, amava ele, eles tinham uma intimidade, um sentimento e uma amizade… isso tudo era de tal intensidade que fazia parecer que estavam juntos há muito mais do que 1 mês. 1 mês de namoro. Ela fitava o céu estrelado sentindo a brisa fresca batendo no seu rosto e seu coração batendo calorosa e passivamente. A beleza da lua que contemplava o lembrava. Ela lembrava de ele mostrando a lua mais cedo para ela, enquanto ele a levava para casa. Os dias agora eram assim. Lindos e agradáveis. Outras pessoas diziam que os últimos dias estavam sendo insuportavelmente quentes. Ela sorria e dizia que estavam sendo absolutamente perfeitos. Ela o amava. Essa era sua maior certeza. Acima de tudo e de todos, estava ele. As pessoas a julgavam achando que ela estava se iludindo se apaixonando muito rápido demais, que era nova demais para saber o que era o amor de verdade. Como se realmente houvesse uma idade certa para amar ou velocidade para se apaixonar. Ela sabia que ele era a pessoa. Que dentre 6 bilhões de pessoas, só ele a olharia dentro da alma dela. Só ele teria aquele olhar. Nenhuma outra pessoa conseguiria ver dentro de seus olhos como ele fazia. Ela sabia que dentre a multidão seriam sempre aqueles olhos escuros especificamente que ela procuraria. Sabia que em toda sua vida, ela só se importaria em ver aquele sorriso. Ela sentia isso. Não tinha como explicar. Mas isso era claro para ela. Só nos braços dele ela seria perfeitamente envolvida. Só no peito dele ela encontraria seu ponto de paz. Era algo fora do comum. Algo pelo qual valia a pena lutar todos os dias para que se mantesse intacto e perfeito. Eles estavam em uma sintonia perceptível nas suas brincadeiras, seus pensamentos, suas falas, gestos e olhares. Ela só queria ele e ele só queria ela. Essa dupla se juntou para não mais separar. Eles iriam longe. Eles irão. O pai da sua filha, o seu futuro marido seria ele. Seria com ele que ela dividiria a sua vida. Ainda não podia fazer isso agora, mas ela já sonhava isso viajando naquele céu escuro. Se lembrando que o veria no dia seguinte, “acordou” e resolveu se deitar ansiosamente desejando que a hora de beija-lo no portão do seu colégio onde ele a teria esperado na saída como de costume, para eles saírem e passarem o dia rindo, brincando, juntinhos. Daquele jeito que só eles tinham de se curtir. De se amar. Ela não tinha certeza de que o dia seguinte seria o dia mais perfeito de todos, como ela queria conseguir fazer desse. Ela só tinha uma certeza com a qual foi se deitar. A certeza de que era com ele que ela passaria o resto da vida. Isso bastava.  

(justgottobehappy)